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Outras Notícias - CNBB Nacional e Arquidiocese de Fortaleza

  17/01/2013 

Comitê Organizador Local da JMJ tira dúvidas sobre a acolhida aos peregrinos

 

Faltando pouco menos de 200 dias para a peregrinação que vai reunir milhões de jovens do mundo inteiro junto ao papa Bento XVI, no Rio de Janeiro, a diretora executiva do Setor de Hospedagem da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), irmã Graça Maria, enviou, na última sexta-feira, dia 4 de janeiro, uma carta e um vídeo para todas as paróquias da arquidiocese do Rio com o objetivo de intensificar a divulgação da Campanha de Hospedagem.

A campanha “Abra seu coração. Abra sua casa” já começou pelo site da JMJ, e agora cartazes serão colocados nas paróquias. Haverá também a adesivagem dos carros e de acordo com a secretária executiva do Setor, Isadora Baptista, é mais uma maneira de expandir e alcançar o maior número de pessoas possível que possam acolher os peregrinos e não sabem como fazer.

Segundo irmã Graça Maria, para acolher os jovens não precisa de muito, apenas boa vontade e um pequeno espaço em casa. Ela afirma ainda que acolher um peregrino é muito seguro.

“O Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 tem os dados dos documentos dos peregrinos, e dos responsáveis pelo grupo, além de informações sobre sua diocese de origem, paróquia ou movimento. Tudo passa pela organização da JMJ antes de chegar à casa da família de acolhida. O peregrino inscrito não é um desconhecido. Acolher em sua casa um peregrino é seguro”, ressaltou.

Além da acolhida ser simples, não há custo algum e não existe uma data limite para se inscrever. Após o cadastro, a família receberá a visita de responsáveis pela hospedagem, que esclarecerão as dúvidas que surgirem, dando mais informações, se necessário.

“Quanto ao tempo de permanência na casa, o acolhedor também não precisa se preocupar, porque os peregrinos não passam o dia no local de hospedagem. Eles têm uma programação intensa na Jornada. A casa de acolhida é um local para dormir e fazer higiene pessoal. Eles já trazem em sua bagagem colchonete ou saco de dormir e, portanto, é preciso oferecer apenas um espaço para que possa descansar e um banheiro para fazer sua higiene pessoal. A casa pode acolher dois, três peregrinos e até o quanto couber. Quem acolhe também não precisa se preocupar com a segurança do peregrino fora de casa. Eles serão orientados a avisarem a família caso decidam passar a noite fora de casa. Todas as orientações estarão no Manual do Peregrino. O mais importante neste momento é que os cariocas juntem-se a nós na construção da JMJ Rio2013 sendo uma família de acolhida”, destacou irmã Graça.

Dúvidas frequentes:

Por que acolher em família?

Porque colabora com a Igreja, põe em prática a hospitalidade cristã. É uma oportunidade de conhecer jovens do mundo inteiro.

O que oferecer?

Os jovens trazem na bagagem saco de dormir ou colchonete e durante o dia eles estarão em atividades da JMJ. Basta oferecer um espaço para o pernoite e higiene pessoal.

Preciso oferecer refeição?

Não. O peregrino inscrito na JMJ terá alimentação completa (café da manhã, almoço e jantar), oferecida pela própria organização da JMJ. Quando não for feita essa opção no ato da inscrição, a alimentação será de responsabilidade do próprio peregrino.

Quando hospedar?

No período de 21 a 31 de julho de 2013. Isso porque alguns peregrinos chegam antes da JMJ e/ou saem depois, por conta da disponibilidade de transporte.

Irei acolher peregrinos que não falam português?

Sim. Os laços com pessoas de outros países fazem parte da emoção de uma JMJ. Não será necessário aprender outro idioma, pois as necessidades básicas do peregrino são de fácil entendimento.

Como faço para participar?

Entre no site www.rio2013.com, acesse o menu “Participe/Seja uma Família de Acolhida” e preencha o formulário. Se você não tem acesso à internet, entre em contato pelo telefone: (21) 3177-2013.

Fonte: http://www.arquidiocesedefortaleza.org.br
Última atualização: 17/01/2013 às 00:12:39
 
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Comentários

Enviado por sVNM0z00oI em 28/06/2015 às 09:33:51
Queridos hermanos en la fe:Entre Argentina y Espaf1a hay una gran dciatnisa, pero hay algo (MEJOR DICHO: ALGUIEN) que acerca esas dciatnisas; ese es Jesfas que por el ministerio apostf3lico de Benedicto XVI nos convocf3 para la JMJ en Madrid. A todos los Argentinos que me preguntan sobre lo que vivimos les digo que descubred en Madrid y en su gente unos corazones abiertos para acoger a peregrinos de todo el mundo, mejor dicho: A TODA LA IGLESIA QUE PEREGRINA EN CADA RINCd3N DEL MUNDO. Nos hemos sentido como en nuestra propia casa y eso lo generf3 Jesfas Resucitado presente entre ustedes. Los chicos quedaron muy impactados por la servicialidad de uds., los madrilef1os; ademe1s agradezco tu hospitalidad.Gracias demos a Dios porque nuestro pastor universal nos convocf3 para Arraigarnos y consolidarnos en Cristo y ahora, que anunciemos a nuestros hermanos la firmeza de la fe que hemos experimentado en la JMJ 2011.Vuestra fe no quedf3 indiferente ante esta magnedfica manifestacif3n religiosa de dos millones de jf3venes, ased que los invito a todos para que al comienzo de este nuevo peredodo recemos unos por otros, para anunciar al mundo el Evangelio de la Juventud: JESdaS.En nuestra dif3cesis estamos preparando desde ya hace un af1o un encuentro diocesano de jf3venes, que se hace cada 3 af1os despue9s de cada JMJ. El prf3ximo 9 y 10 de octubre me1s de mil jf3venes se reunire1n en la Ciudad de Rafaela, Santa fe, Argentina para compartir, en pequef1o, una experiencia similar a la que vivimos en Madrid. Les pido a vosotros que con sus oraciones podamos vivir un hermoso momento en los 50 af1os de vida de nuestra dif3cesis. Quiero agradecerles a todos Uds. la cordialidad y el amor que nos manifestaron en esos dedas compartidos de la JMJ Madrid 2011.GRACIAS DIOS LOS BENDIGA Y MARcdA LOS BENDIGANOTA: Mauro Canalis es el responsable de la pastoral universitaria de la dif3cesis de Rafaela, Santa Fe –Argentina.
Enviado por WzbJYVdLfFC em 28/06/2015 às 01:36:43
ACOGER A UN PEREGRINODe lo que hemos vivido en casa y lo que otras famaiils nos habe9is contado, os podemos decir que las famaiils que hemos acogido a peregrinos hemos aprendido muchas cosas: Que hay cristianos en muchas partes, y que rezamos al mismo Dios.Que ser cristiano no es igual de fe1cil en todas partes.Que merece la pena hacer un viaje interminable, en autocar o en avif3n, sin perder la sonrisa, para encontrarse con millones de personas que creen en lo mismo que tfa.Que aunque no hablemos el mismo idioma nos podemos entender; hay un idioma universal, el de la sonrisa y el carif1o. Y si no, siempre nos queda el traductor de Google, aunque a veces diga cosas incongruentes…Que aunque tengamos distintas costumbres, desde el respeto y la disponibilidad la convivencia se hace fe1cil.Hemos aprendido tambie9n algunas palabras en otros idiomas, y nos hemos reeddo juntos intentando pronunciar palabras impronunciables.Que hay personas que no tienen lavadora y se lavan la ropa a mano.A los peregrinos los hemos cuidado:Madrugando con ellos para prepararles un desayuno fuerte para que aguantaran todo el deda.Espere1ndoles hasta tarde en la noche para ofrecerles cena, ducha… y sobre todo un rato de conversacif3n.Quede1ndonos en casa con ellos cuando la fiebre, los dolores musculares, etc. les impededan participar de las actividades previstas.es decir, como nos gustareda que nos cuidaran a nosotros o a nuestros hijos si ellos fueran peregrinos en otro paeds.Con ellos nos hemos reeddo, hemos cantado y hemos bailado, les hemos hecho algfan regalito y ellos nos han dejado tambie9n algfan recuerdo; pero el mejor recuerdo, el que no es material, el que se queda en el corazf3n, es tener la sensacif3n de que abrir nuestras casas a los peregrinos ha sido como abrir tu corazf3n a Dios: nos ha llenado de alegreda, nos ha ensef1ado el significado de la entrega gratuita, nos ha ensef1ado a ser me1s generosos, nos ha ayudado en la educacif3n humana y cristiana de nuestros hijos, nos ha ayudado a vivir la JMJ, pese a haber pasado de los 20… en definitiva, nos han hecho sentirnos orgullosos de los cristianos y en definitiva de Jesfas.NOTA: Bele9n y Josemi, acogieron en su hogar a peregrinos de la JMJ.
Enviado por vlnm1wF5A em 27/06/2015 às 13:09:49
La JMJ se presentaba ante med como una incf3gnita, como un reto y spnougo que como a muchos, como una incertidumbre que estaba ahed, ya que nadie sabeda con que9 nos edbamos a encontrar o que9 iba a pasar.Pero ahora que ya ha pasado todo, y echando la vista atre1s, doy gracias a Dios por haberme permitido vivir esta experiencia. Al celebrar la JMJ en Madrid, he tenido la suerte de vivirla por dos y me explico:Por una parte he podido celebrarla como los miles de peregrinos que han acudido a la ciudad, disfrutando de un verdadero ambiente de fiesta y alegreda sin dejar de lado la oracif3n. Por otra parte he podido vivirla como voluntario en mi parroquia y he tenido el placer de conocer a esas personas que, aun viniendo desde tan lejos, tienen en comfan conmigo me1s que muchas de las personas que tengo a mi alrededor, y eso es la Fe en Dios.Durante esa semana me ha dado tiempo a vivir de forma intensa un gran nfamero de emociones, muchas de ellas ya conocidas, pero tambie9n algunas completamente nuevas. Es por eso que para med, la JMJ ha sido un momento de descubrimiento. Y descubrir no sf3lo esas actitudes, sino tambie9n que los cristianos no estamos solos en nuestras parroquias de barrio, que somos muchos los que estamos ahed fuera trabajando y ofreciendo nuestro tiempo para hacer de este mundo un mundo de amor y que tenemos que seguir adelante con una energeda renovada.Pero no todo fue fe1cil y en los momentos en los que ves los problemas que han tenido que afrontar los peregrinos por culpa de la incomprensif3n, se hace me1s patente esa necesidad de oracif3n y de darse a conocer (con respeto, pero sin dejarse intimidar) para que la gente sepa de verdad cf3mo es un cristiano del siglo XXI.Recordando todos aquellos momentos vividos tanto con los peregrinos como con la gente de mi comunidad, vuelvo a emocionarme. Pero sin duda, el momento que recordare9 de por vida, sere1 la vigilia de Cuatro Vientos en la que demostramos al mundo que ni la tormenta puede con nosotros, que somos alegres, pero sobre todo, que sabemos que Jesfas es el centro de nuestras vidas como demostramos en ese respeto y silencio absoluto que me1s de millf3n y medio de personas guardamos durante la oracif3n al Santedsimo.Finalmente decir, que todo lo vivido ha merecido la pena, y que espero que esta experiencia siga creciendo en mi interior y que en la prf3xima JMJ, alle1 por Redo de Janeiro (Brasil), sea capaz de mirar atre1s y ver lo que en tres af1os he sido capaz de crecer.NOTA: Pedro de la Paz Sahuquillo, voluntario de la JMJ.
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