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  15/05/2018 

GT Quilombolas da CNBB busca novo dinamismo do documento nº 105 em 2018

GT Quilombolas da CNBB busca novo dinamismo do documento nº 105 em 2018

O Grupo de Trabalho sobre os Quilombolas reuniu-se na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em Brasília nesta segunda-feira, 14 de maio, com o objetivo de impulsionar um novo dinamismo documento número 105 da série verde da Conferência tem como título “A Igreja e as comunidades quilombolas” e também o trabalho da Pastoral Afro-Brasileira.

Segundo o bispo de Feira de Santana (BA), dom Zanoni Demettino Castro, referencial da Pastoral Afro-Brasileira, o GT fará um planejamento para animar o serviço da Igreja junto às comunidades quilombolas do Brasil, principalmente reforçar a luta pelo reconhecimento de suas terras e contra a perda de direitos.

O GT também apoiará a retomada do trabalho da pastoral Afro-Brasileira informou o bispo. “O maior desafio segundo o bispo é o de sustentabilidade e de reestruturação do secretariado da pastoral e de uma estrutura que dê respaldo ao trabalho de animação e articulação”, disse. A pastoral é responsável por organizar o X Congresso Nacional das Entidades Negras Católicas previsto para o ano de 2020.

Coleção verdade nº 105 – Aprovado na 51ª Assembleia Geral da CNBB, o documento organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, busca contribuir para a atuação da Igreja frente a realidade das comunidades quilombolas.

O Documento 105 está dividido em três partes, pelo método VER-JULGAR-AGIR. Na primeira parte (VER) aborda, entre outras coisas, um contexto histórico narrando a maneira como os negros foram trazidos para o Brasil e escravizados, o modo como aconteciam as torturas, a violência e injustiças, e também a maneira como teve início a formação dos quilombos e as resistências em busca da liberdade.

A segunda parte (JULGAR) traz a inspiração iluminação bíblica e dos Documentos da Igreja em relação a toda situação da escravidão. A terceira e última parte (AGIR) composta pelos encaminhamentos, exigências e direitos que devem ser efetivamente consagrados para os Quilombolas e seus territórios, além dos novos rumos a serem tomados.

Fonte: CNBB
Última atualização: 15/05/2018 às 08:51:48
 
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