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  19/05/2017 
NOTíCIAS - CNBB

Pastoral celebra vigília pelos mortos de Aids: “Tantas vidas não podem se perder”

Pastoral celebra vigília pelos mortos de Aids: “Tantas vidas não podem se perder”

No terceiro domingo de maio (21), a Pastoral da Aids da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove a Vigília Pelos Mortos de Aids. A atividade de caráter internacional realiza ações em memória das pessoas que morreram com a síndrome.

Divulgação

Este ano a vigília traz o tema “Tantas vidas não podem se perder”, expressão que coloca em comunhão as pessoas que faleceram e estão na presença de Deus, com aquelas que cuidam da vida e buscam que os direitos humanos sejam respeitados. Celebrar esse dia é um momento oportuno de sensibilizar os familiares que perderam seus entes queridos.

Para o bispo de Goiás (GO) e Referencial Nacional da Pastoral da Aids, dom Eugênio Rixen, “Esta vigília é importante para que possamos dirigir ao Pai de Compaixão nossa oração pelas pessoas que faleceram com HIV e para que nos sensibilizemos, como o bom samaritano, a cuidar, acolher e ser apoio para esses irmãos e irmãs”.

Com o lema: “É preciso humanizar com: redução do estigma; acesso garantido ao tratamento; aumento dos recursos e promoção do envolvimento para evitar mais mortes por Aids”, a Igreja, mobilizada pela Pastoral de IST/Aids e por entidades comprometidas com a causa, dá sua contribuição promovendo a solidariedade. Lembra, ao mesmo tempo, que a morte não é a última palavra sobre o humano. Cristo ressuscitou para que os sinais da morte se transforme em sinais de vida.

De acordo com o bispo, a vigília é também ocasião de fazer ouvir o clamor dos que se dedicam ao trabalho na Pastoral da Aids para se dar mais atenção à vida e ao acesso universal à saúde e aos serviços sociais.

O mundo convive há anos com a epidemia da Aids. Doença que se espalhou rapidamente e hoje atinge todos os países, não fazendo acepção de pessoas: sexo, idade, condição social, opção religiosa. No Brasil, a epidemia já tem mais de 30 anos. Nos anos 1980 surgiram os primeiros casos e rapidamente se alastrou por todas as regiões do país. De acordo com a Pastoral, a epidemia da Aids, hoje é considerada uma epidemia estabilizada, mas em alguns estados a doença se alastra com índices altos de novas infecções.

Ainda segundo a pastoral, embora tenha diminuído o número de mortes, ela ainda é uma realidade, especialmente para os mais pobres. Há um grande número de pessoas infectadas que são portadoras do vírus, mas não sabem por não terem feito o teste HIV, configurando assim uma epidemia silenciosa.

Para a assessora da Pastoral, Ana Carolina Barbosa de Souza, “O sonho é que mais nenhuma pessoa se infecte com o vírus HIV e que todos os que já estejam infectados e vivem com Aids, sejam acolhidos, acompanhados e com qualidade de vida garantida”.

A Vigília é um movimento mundial que iniciou em 1983. Fazendo memória dos mortos em consequência da Aids, a Vigília pretende suscitar solidariedade aos portadores do HIV e despertar toda a população para a prevenção. A Pastoral da Aids, como serviço da Igreja Católica, segue os passos de Jesus e sonha em vida e saúde para todos. “Eu vim para que todos tenham vida e que a tenham em abundância”, diz Jesus.

Em novembro de 2016, a CNBB, com o apoio da Pastoral da Aids e do Ministério da Saúde, lançou a Campanha “Juntos podemos construir um futuro sem Aids”. A iniciativa busca além do incentivo a testagem precoce, fazer com que as pessoas comecem o tratamento imediatamente ao se descobrirem com HIV, estratégia fundamental para evitar danos à saúde e reduzir a transmissão do vírus. A ação tem como objetivo disseminar informações sobre a doença, as formas de prevenção e tratamento.

Campanha

O objetivo da campanha é fazer com que as pessoas comecem o tratamento assim que se descobrem com HIV. A meta do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) é, até 2020, tornar o número de novas infecções baixo a níveis não epidêmico cumprindo a meta 90-90-90: que 90% de todas as pessoas com HIV conheçam seu diagnóstico, que 90% das diagnosticadas sejam tratadas imediatamente, e que 90% das tratadas possuam carga viral indetectável e não possam mais transmitir o vírus.

Fonte: www.cnbb.org.br
Última atualização: 19/05/2017 às 08:07:34
 

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